segunda-feira, 3 de novembro de 2008

PARA MEDITAR


Em Jesus recebemos a libertação dos nossos pecados. Pela renúncia e quebra de vínculos, desfazemos as amarrações com o mundo espiritual maligno.

Apesar de entender que esses fatos são tremendos e maravilhosos, notamos que são muitos os que acreditaram nestas direções da Palavra de Deus e as estabeleceram em suas vidas e que ainda, continuam com uma vida escrava.

Por que isso ocorre? Neste questionamento, nos deparamos com os registros de memória. Não só de traumas, mas de costumes, tradições e experiências. Não podemos apenas romper com as trevas verbalmente. É tempo de entender que absolutos humanistas continuam no coração do cristão, controlando e estabelecendo uma vida distante do sobrenatural, ou seja, distante de princípios bíblicos, que quando estabelecidos fazem com que a terra e céu se movam.

Mas Deus quer curar a nossa alma! Quer a nossa mente livre e verdadeiramente renovada! E, como agentes de transformação, temos de travar uma grande guerra contra os argumentos que querem nos manter em “pequenos barcos”.

Podemos romper limites, vivenciando cada verdade da Palavra, pois há fundamentos sob todas as coisas. A carta à Igreja aos Coríntios nos ensina que há diversas vozes sobre a Terra e nenhuma sem efeito.

Dessa forma, nossas ações, comportamentos e pensamentos ou são estabelecidos a partir de fundamentação bíblica ou de influências do conhecimento humano.

Somente com a vida regrada na Palavra de Deus é que teremos a real possibilidade de viver em liberdade, de rever conceitos, valores, objetivos e limites. Muitas pessoas têm se alegrado com a salvação em Jesus, e isso é tremendo. Porém, muitas dessas pessoas não têm conseguido viver intensamente esta realidade. Existem limites que as impedem de romper as estruturas naturais em busca do sobrenatural de Deus para suas vidas.

O ventre em que fomos concebidos, as experiências boas ou ruins que vivenciamos podem estar nos limitando, nos fazendo cantar e vibrar com palavras de vitórias e transformação, entretanto, podem não passar de experiências religiosas que logo cairão no esquecimento.

Devemos, então, crer na orientação da Palavra que é a realidade da vida em liberdade. É preciso romper os limites que a vida nos impõe. Não estamos mais falando de perdão de pecados, nem de destruir laços de iniqüidade, mas de andar no sobrenatural de Deus, agindo como novas criaturas, pessoas que andam e vivem pela Palavra. Concluindo, é preciso discernir “os tempos”. Vivemos em um momento de grande conflito espiritual entre os que sob revelação buscam a excelência que estava sobre Daniel, Moisés, José, entre outros, entendem que a ação não sucede a revelação.

Vivamos a “Liberdade dos Filhos”. Jesus já abriu a porta das cadeias e venceu a morte e o pecado. Ele nos concedeu a autoridade para quebrar laços, pois é tempo de sair das nossas prisões. As portas já estão abertas. Nos resta escolher entre permanecer sob a letargia dos últimos tempos, esperando o maná cair do céu, desejando, por vezes, mais a morte (para a glória…) do que a vida (lutar o bom combate) ou, ainda com toda nossa força, alma e entendimento, desbravar um caminho. Remindo tudo o que antes foi preso em masmorras e, proporcionando aos que estão conosco e à geração que se levanta, uma perspectiva e posição privilegiada a fim de avançarmos na implantação do Reino de Deus sobre a Terra.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Se é na fraqueza do meu ser... que manifestas Seu poder... eis-me aqui!


Um garoto de dez anos de idade decidiu praticar judô, apesar de ter perdido o braço em um terrível acidente de carro. O menino ia muito bem. Mas sem entender o porquê, após três meses de treinamento, o mestre tinha lhe ensinado somente um movimento. O garoto então disse:
- Mestre, não devo aprender mais movimentos?
O mestre respondeu ao menino, calmamente e com convicção:
- Este é realmente o único movimento que você sabe, mas também é o único movimento que você precisará saber.
Meses mais tarde, o mestre inscreveu o menino em seu primeiro torneiro. O menino ganhou facilmente seus primeiros dois combates e foi para a luta final do torneio. Seu oponente era bem maior, mais forte e mais experiente. O garoto usando os ensinamentos do mestre entrou para a luta e, quando teve oportunidade, usou seu movimento para prender adversário. Foi assim que o menino ganhou a luta e o torneio. Era campeão. Mais tarde, em casa, o menino e o mestre reviram cada luta. Então, o menino criou coragem para perguntar o que estava realmente em sua mente:
- Mestre, como eu consegui ganhar o torneio somente com um movimento?
- Você ganhou por duas razões - respondeu o mestre, - Em primeiro lugar, você dominou um dos golpes mais difícieis do judô. E, em segundo lugar, a única defesa conhecida para esse movimento é o seu oponente agarrar seu braço esquerdo.
A maior fraqueza do menino tinha-se transformado em sua maior força. Assim, também nós podemos usar nossa fraqueza para que ela se transforme em nossa força.
Não podemos ter medo de deixar Jesus trabalhar nossa fraqueza. Ele sabe lidar com nosso interior, com aquilo que aparentemente é nossa fraqueza e dela tirar a maior riqueza e fortaleza.

UM CORAÇÃO DE CONQUISTADOR


"Farei uma aliança entre mim e ti e te multiplicarei extraordinariamente... Far-te-ei fecundo extraordinariamente e de ti farei nações e reis (príncipes, conquistadores) sairão de ti”.

O coração de conquistador é o de um homem que tem projetos de vida, que decidiu viver os sonhos de um líder que está acima dele. O coração de um conquistador é submisso a uma autoridade, para que não seja encaminhado pelo seu próprio desejo, pelo seu próprio coração, sentimento, pelas noções básicas da sua própria alma. Ele é alguém que reconhece e respeita a liderança. Ele sabe que há homens chamados por Deus, formados debaixo deste caráter e destes encaminhamentos para darem direções àqueles que se submetem a esses projetos de vida.
Abraão era um líder de coração conquistador, mas tinha um líder que o ensinava como caminhar, um líder de aliança que o ajudava a manter os níveis dos projetos colocados no seu coração, que o comprometia com alianças a cada passo da caminhada.
Se você quer ter um coração conquistador, precisa ser uma pessoa com o coração e caráter de alianças, sabendo que tem alguém ministrando sobre você. Temos vários níveis de liderança: líderes de células, dos 12, dos 144, 1728, 20.736 e nos próximos dois anos serão líderes de uma grande multidão. O coração do líder é aquele que se submete para ter liderados submetidos, que obedece para ter liderados obedientes.
Abraão se submetia ao conselho do seu Senhor e por isso personificou a expressão "homem de fé", porque se submetia a um conselho sobrenatural. Se quisermos conquistar no reino físico, vamos ter que assimilar os conselhos sobrenaturais. Abraão se tornou um líder exemplar e a Bíblia diz em Gálatas 3 que a mesma semente de Abraão, por causa de Jesus, está dentro de nós. É uma semente de fé e de encorajamento, é sobrenatural e incorruptível (1Pe 1:23). Não é uma semente humana, é divina, que está dentro de nós para assimilarmos as coisas divinas e trazermos para este espaço físico as coisas divinas. Abraão conquistou a terra física, porque soube trazer a terra espiritual. Isto significa que a oração de Jesus não vai ficar sem resposta: "Venha a nós o Teu Reino, seja feita a Tua vontade assim na Terra como no céu", porque Jesus tinha o coração de um conquistador, que vive empenhado em trazer esta dimensão sobrenatural para o natural.

Como conquistar integralmente?
Medindo a terra - Existe uma ordem específica de Deus para Abraão, para este medir a terra por largura e comprimento (Gn. 13:17-18). Medir a terra na largura e comprimento é:
1) Uma ordem de Deus; não é um desejo dos sentimentos humanos. Não foi Abraão que decidiu medir a terra. Ele não tinha esse entendimento, que não é natural, é sobrenatural.
2) Um desafio ao trabalho. Isto significa somar esforços e ter muito trabalho. Meça a terra até o tamanho que você puder. Largura e comprimento são duas dimensões que falam de uma conquista completa. É ocupar exatamente o território que Deus nos deu. Se nós temos a mentalidade de que seremos enviados às nações, não podemos ficar pensando somente no Brasil. Somos representantes legais do céu no mundo, para irmos às nações fazendo discípulos (Mc. 16:15). Você alcança a amplitude disso, de que você pode ser alguém que Deus vai enviar pelo mundo para pregar o Evangelho e fazer discípulos? Prepare seu passaporte, adquirira-o, porque em breve você poderá estar levando a Palavra da Boa Notícia e conquistando a terra por largura e comprimento. Imagine-se em Bogotá, em Jerusalém... Para ganhar as nações, basta crer e fazer uma pequena coisa que o próprio Deus disse no Salmo 8: "Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e as extremidades da terra por possessão" (Salmo 2:8). Nosso problema é a incredulidade e o medo de pedir; de nos comprometermos com o que pedimos e nos frustrarmos. Comprometa-se, libere a palavra, sele-a no reino do espírito. Faça o que diz o salmo 2:8 sabendo que será desafiado ao trabalho. Você terá muitas células, ultrapassará os alvos; o Reino de Deus será instalado através de você, mas você terá trabalho. Você é líder de multidões. Isto é utopia? Deus disse coisas "utópicas" que hoje são realidades, mas, quem realizou essas utopias não foi apenas Deus, foram homens corajosos que ousaram conquistar e falaram exatamente o que Deus fala e fizeram o que Deus mandou.

Largura e comprimento - Esta expressão resume tudo para um líder conquistador. Ele tem que entender qual é o espaço da sua tenda e até onde quer conquistar. Largura e comprimento falam de uma conquista integral. Não conquiste a Terra pela metade, faça-o integralmente. Seu coração de conquistador deve saber que nada lhe é demasiadamente difícil, nem é impossível. Para que se torne claro isto, saiba que só conquista aquele que:
1) É livre. Não tem como avançar se existem pendências que lhe amarram. Algumas pessoas se sentem como se suas mãos não estivessem preparadas para abençoar e seus pés não estivessem prontos para correr levando o evangelho. Existem ataduras nessas pessoas. É preciso detectar e resolver o problema, para receberem uma mentalidade de homens e mulheres livres. Alguns estão livres, mas ainda têm uma mente presa. Estes têm que admitir que seus pés estão velozes e suas mãos, adestradas.
2) Nasceu de novo. Quem passou pelo novo nascimento não vive só para ocupar espaço. Veio para conquistar tudo o que Deus lhe colocou nas mãos. A Bíblia diz que, se nascemos de novo, somos embaixadores da parte de Cristo (2Cor. 5:17-20). Se não tivermos esta consciência, ficaremos sentados nos bancos da igreja.
3) Fixa no coração a terra que vai conquistar. Abraão tinha a promessa de Deus que Canaã, uma terra estrangeira, seria dele. Ele saiu de uma para outra nação com a mentalidade preparada para conquistá-la e não para ser escravo. Deus nos dará esta mentalidade de homens livres chamados por Ele para conquistarmos territórios dentro das nações e fundarmos a embaixada espiritual naquele espaço físico.
4) Rompe com as velhas estruturas. Estas estruturas estão relacionadas a três níveis: familiar/pessoal; social/humanista; cultural/pagã. Abraão teve que fazer uma opção familiar, social e cultural. Hoje, uma das coisas que mais atrapalham as pessoas, impedindo-as que venham a Jesus, é a questão cultural romana. Estas pessoas estão presas à religião. Rompa com as velhas estruturas e assuma a mentalidade livre de quem nasceu de novo. O coração conquistador proclama dia e noite aquilo que Deus imprimiu no seu coração. Quando a realização de uma conquista entra no nosso coração e é verdade para nós, ficamos obstinados até que se cumpra. Fale da terra e veja-a conquistada dentro do espaço sobrenatural, até que venha para o mundo físico. Você será conhecido como um homem, uma mulher de coração conquistador e todos verão o resultado na sua vida.

A REALIDADE DO INFERNO – UMA DOUTRINA TRISTE



Uma olhada de perto no inferno pode fazer de nós pessoas mais piedosas e compassivas. Quantas vezes você pensou no inferno durante o mês passado? Muitos crentes diriam: “Não pensei nisto nenhuma vez!...” Mas não é só o crente individual que tem perdido sua paixão pelas coisas de Deus deixando de pensar no inferno. Esta doutrina é pouco pregada ou ensinada na sua profundidade nas igrejas. Ela virou uma peça de museus, guardada em cantos escuros.

A realidade do inferno, porém, exige de nós um sentimento de dor por todos os que tem ido para lá diariamente, bem como um profundo estuda dela. É triste pensar no inferno ou refletir sobre ele; mas, se meditarmos nisto cada vez mais, vamos mudar de opinião. Esta doutrina terá um efeito pessoal, diário e prático em cada crente que medita na força dela.

As palavras do Senhor a respeito do inferno são de arrepiar. Em Lucas 16, Ele nos conta a respeito de um homem rico que morreu e foi ao Hades . (O Hades era o lugar de moradia dos mortos não salvos. Ali ficavam até serem julgados). Desta narrativa e de outras podemos tirar algumas características do lugar chamado inferno.

Em primeiro lugar o inferno é um lugar onde há grande dor física. O primeiro clamor urgente surge com as palavras: “(...) porque estou atormentado nesta chama.” Lucas 16:24. Não podemos imaginar o que isto exatamente quer dizer. Todos nós temos sentido dor, em alguma medida. Sabemos que a dor pode nos fazer esquecer num instante, todas as belezas e os alvos que temos na vida. Mas a pior dor que podemos sentir não é em nada comparável com a dor do inferno. Nunca o ser humano experimentou tal sofrimento nem o imaginou. Mas Deus vai além e comenta sobre pessoas reais e como elas sentirão esta dor. Cristo não está sendo macabro; está dizendo-nos a verdade. Uma das reações das pessoas a tal dor é o choro (Lc 13:28). Não podemos olhar e ficar indiferentes ao choro. Este é algo que nos comove. Lembre-se como você foi afetado a última vez que viu alguém chorar. Lembre-se de como apareceu a compaixão em você e desejou restaurar esta pessoa! Deus deseja que saibamos e consideremos a frustração daquele que agora está no inferno.

Outra reação de quem está sofrendo no inferno é “gemer”. Este é um choro mais comovedor ainda, cheio de dramatismo e urgência pela libertação. Enquanto o choro atrai nossa simpatia, o gemido choca e nos afasta, atemoriza e ofende. O gemido deles é o grito de almas que merecem compaixão, mas não a recebem. É o grito de almas procurando escape, buscando sair de feridas sem conserto ou cura, eternamente feridas. O gemido é um som grotesco que nem o suportamos.

Outra reação de quem está sofrendo no inferno é o “ranger de dentes” (Mt 8:12). Por que? Talvez ranjam os dentes por ira ou frustração. Nada poderá aliviar a sua situação e eles o sabem... Este ranger pode ser uma defesa ou uma forma de variar o choro e os gemidos. Poderia ser uma pausa – sem parar de sofrer – para quem está cansado de chorar. Parece que o condenado não agüenta chorar mais; tem, porém, que continuar.

Vamos refazer as cenas: choro que não pára, fogo por tudo quanto é canto, gemidos, dor até onde podem agüentar sem deixar de existir... “Ranger”. Há, ainda, “o verme que nunca morre” (Mc 9:44) o fogo nunca se acaba. Ou seja, não consome, só atormenta e nunca morre. Já os vermes dão idéia de carne em decomposição, se bem que aqui se fala de almas. Algo que está bem podre, e bem podre, no inferno. Estando vivos ainda, os que ali moram sentem como que comidos vivos. Um castigo romano era atar alguém a um cadáver em decomposição e ver os vermes saindo do corpo e passando a consumir o corpo ainda em vida. Tal como a verdade do fogo, a do verme é que ele nunca acaba de consumir o que tem pela frente.

Mas o inferno tem outros dois aspectos, pouco considerados, que chamam a nossa curiosidade e assustam. Na terra nós temos duas propriedades físicas garantidas. Elas nos ajudam a nos manter física, mental e emocionalmente estáveis. São a luz e as superfícies sólidas. No inferno, infelizmente estas duas comodidades não existem. Esse é um lugar de trevas (Mt 8:12). Imaginemos uma pessoa que acaba de entrar no inferno... Pode ser um vizinho nosso, um parente ou um amigo que trabalha conosco. Depois que a primeira sensação de dor física o ataca, ele passa seus primeiros momentos chorando, gemendo e rangendo os dentes. Pouco a pouco se vai acostumando à dor. Não que agora não a sinta mais, mas a sua capacidade tem sido alargada para agüentar mais. A dor não é tolerável, mas também não tira a existência. Ainda que sinta dor, pode pensar. E logo olha ao seu redor. Todavia, quanto mais olha, mais vê trevas. Na sua vida passada aprendeu que depois de olhar um tempo na escuridão, seus olhos iam acostumando e podia ver algo de luz. Isto lhe mostrava o que estava ao seu redor. Ele então pisca e fixa bem a atenção dos seus olhos, tentando ver algo, mas acha só trevas. São trevas que parecem grudar nele, como que o apertando. Vendo que as trevas não vão embora, tenta – nervosamente – tocar algo, sentir algo sólido à sua volta... Procura paredes, rochas, árvores e cadeiras, estica as pernas tentando estar quieto sobre algo sólido. Nada! Procura sentir o chão e nada alcança. Pouco a pouco vai crescendo o pânico, o condenado repete as tentativas de movimento e demanda inútil. Depois de tudo isto, pára cansado, suspenso na escuridão. Mas não está quieto. Está sempre caindo no abismo sem fundo (Ap 20: 1-3). Ali vai, sozinho, numa queda sem fim, inseguro pela ausência de superfícies. Incapaz de tocar um objeto sólido que transmita estabilidade, chora, geme e range os dentes. Olha para si e se vê totalmente inerte. Seus gemidos se fazem ecos na escuridão e logo se volvem débeis, por tantos rugidos que há no inferno.

Enquanto o tempo parece nunca passar, de novo faz o que fez o homem rico. Ele tenta pensar. Lembra a terra, tenta achar esperança, mas a dor não o deixa nem sequer concentrar-se. Na terra quando as coisas iam mal, ele sempre achava uma saída; se sentia dor, tomava um calmante; tendo fome, comia, se perdia um amor, sempre podia achar outro. Ali, procura, então, achar na mente uma base para elaborar um plano que faça renascer a esperança no seu coração. Logo, pensa: “Jesus é um Deus de amor, Ele vai me tirar daqui.” Começa a gritar com urgência; “Jesus, Jesus! Ajuda-me, me tira daqui!” Espera respirando fundo. O som de sua voz perdeu-se nas trevas e não se ouve mais... De novo ele tenta: “Jesus, Jesus, eu creio! Me salva disto!” De novo as trevas calam a sua voz. Este pecador não é o único: todos os que estão no inferno acreditam agora, mas não serão salvos. Sendo milhões de milhões de pessoas, sente-se cada um sozinho, como se fosse o único habitante do inferno... Lembra apelos, tenta esquecer a dor, mas o pensamento lhe diz: “Isto é para sempre!” (Jesus usou a palavra “sempre” para falar tanto do céu como do inferno). “Para sempre”? “Para sempre”! O pecador fala como não acreditando. A idéia de para sempre se alarga, fica comprida, fica profunda. Uma horrível verdade aparece na sua cabeça. “Quando eu tiver passado dez mil séculos de tempo aqui, anda não terei nem um segundo a menos de castigo, nem um segundo a menos para passar aqui’. Horrorizado, ele aprende que no inferno não existe o fator tempo e que as lembranças do mal feito na terra estão sempre lhe dando pesadelos.

Tal como o rico pedia um pingo d’água, assim também o novo morador procura se entreter com esta simples ambição. Estando vivo, aprendeu que até as piores coisas podem ser suportadas se há algum alívio temporal... Mas vê que, no inferno, “(...) a fumaça de seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não tem descanso algum, nem de dia nem de noite. (...)” (Ap 14:11). Sem descanso dia e noite. Pense nisto. A idéia de que alguém possa passar toda a eternidade sofrendo de tal forma nos impressiona fortemente... Parece que viola a sensibilidade do mais severo juiz que possa existir em nosso interior. Simplesmente, não podemos suportar o fato de só dedicar mais tempo a pensar nisto.

Mas nossos pensamentos sobre o inferno nunca serão tão cruéis como a realidade dele mesmo. Devemos entender esta doutrina e ter certeza de que ela nos afeta. Talvez, olhando de perto para ela, mudemos nossa forma de ver o pecado e levemos mais a sério a nossa vida cristã. Devemos lembrar que, aos olhos de Deus, o pecado merece castigo eterno. Devemos aprender a odiar o pecado assim como Deus o odeia. Assim como a realidade do inferno choca e ofende, o pecado choca e ofende o nosso Deus. Assim como não podemos olhar, com indiferença, os horrores do inferno, nosso Deus acha que o pecado revolta.

Finalmente a verdade do inferno, além de nos levar a odiar o pecado, deveria nos levar a testemunhá-la. Esta triste doutrina deve nos mover à compaixão pelas almas e à santidade de vida.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

BOLO BÍBLICO (DESCUBRA OS INGREDIENTES)


PARA PRÉ - ADOLECENTES E ADOLECENTES

Ingredientes:

2 xícaras de ---------------------------- 1 Pedro 2:2
1 ½ xícaras de ------------------------- Juízes 5:25
6 ----------------------------------------- Lucas 11:11,12
4 ½ de ---------------------------------- 1 Reis 17:12
2 colheres de sopa de ----------------- Mateus 13:33
1 pitada de ------------------------------ Colossenses 4:6
2 xícaras de ----------------------------- Naum 3:12
1 xícara de ------------------------------ Números 17:8
1 xícara de-------------------------------Salmo 119:103

Modo de Preparo:

Comece o seu trabalho batendo a nata,as gemas e o mel.
Acrescente o leite e misture.
Junte a farinha,o fermento e o sal.
Em seguida adicione amêndoas,os figos picados e a clara em neve.
Depois de misturar,coloque em forma untada e leve ao forno quente por 45 minutos.

Obs.:
Abra sua bíblia e procure os ingredientes nos versículos citados.
Medite sobre o significado de cada passagem,assim
Passando uma hora agradável e proveitosa.