
Em Jesus recebemos a libertação dos nossos pecados. Pela renúncia e quebra de vínculos, desfazemos as amarrações com o mundo espiritual maligno.
Apesar de entender que esses fatos são tremendos e maravilhosos, notamos que são muitos os que acreditaram nestas direções da Palavra de Deus e as estabeleceram em suas vidas e que ainda, continuam com uma vida escrava.
Por que isso ocorre? Neste questionamento, nos deparamos com os registros de memória. Não só de traumas, mas de costumes, tradições e experiências. Não podemos apenas romper com as trevas verbalmente. É tempo de entender que absolutos humanistas continuam no coração do cristão, controlando e estabelecendo uma vida distante do sobrenatural, ou seja, distante de princípios bíblicos, que quando estabelecidos fazem com que a terra e céu se movam.
Mas Deus quer curar a nossa alma! Quer a nossa mente livre e verdadeiramente renovada! E, como agentes de transformação, temos de travar uma grande guerra contra os argumentos que querem nos manter em “pequenos barcos”.
Podemos romper limites, vivenciando cada verdade da Palavra, pois há fundamentos sob todas as coisas. A carta à Igreja aos Coríntios nos ensina que há diversas vozes sobre a Terra e nenhuma sem efeito.
Dessa forma, nossas ações, comportamentos e pensamentos ou são estabelecidos a partir de fundamentação bíblica ou de influências do conhecimento humano.
Somente com a vida regrada na Palavra de Deus é que teremos a real possibilidade de viver em liberdade, de rever conceitos, valores, objetivos e limites. Muitas pessoas têm se alegrado com a salvação em Jesus, e isso é tremendo. Porém, muitas dessas pessoas não têm conseguido viver intensamente esta realidade. Existem limites que as impedem de romper as estruturas naturais em busca do sobrenatural de Deus para suas vidas.
O ventre em que fomos concebidos, as experiências boas ou ruins que vivenciamos podem estar nos limitando, nos fazendo cantar e vibrar com palavras de vitórias e transformação, entretanto, podem não passar de experiências religiosas que logo cairão no esquecimento.
Devemos, então, crer na orientação da Palavra que é a realidade da vida em liberdade. É preciso romper os limites que a vida nos impõe. Não estamos mais falando de perdão de pecados, nem de destruir laços de iniqüidade, mas de andar no sobrenatural de Deus, agindo como novas criaturas, pessoas que andam e vivem pela Palavra. Concluindo, é preciso discernir “os tempos”. Vivemos em um momento de grande conflito espiritual entre os que sob revelação buscam a excelência que estava sobre Daniel, Moisés, José, entre outros, entendem que a ação não sucede a revelação.
Vivamos a “Liberdade dos Filhos”. Jesus já abriu a porta das cadeias e venceu a morte e o pecado. Ele nos concedeu a autoridade para quebrar laços, pois é tempo de sair das nossas prisões. As portas já estão abertas. Nos resta escolher entre permanecer sob a letargia dos últimos tempos, esperando o maná cair do céu, desejando, por vezes, mais a morte (para a glória…) do que a vida (lutar o bom combate) ou, ainda com toda nossa força, alma e entendimento, desbravar um caminho. Remindo tudo o que antes foi preso em masmorras e, proporcionando aos que estão conosco e à geração que se levanta, uma perspectiva e posição privilegiada a fim de avançarmos na implantação do Reino de Deus sobre a Terra.

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